Gizel Simon e filha não pagam e perdem coroa

Gizeli Simon e Juliany Wingler  no desfile de 2015 à frente da bateria imperiana (Crédito: Dayana Souza)
Gizeli Simon e Juliany Wingler no desfile de 2015 à frente da bateria imperiana (Crédito: Dayana Souza)

por Lucas Rezende

Mãe e filha, Gizeli Simon e Juliany Wingler não são mais madrinha e rainha de bateria do Novo Império, respectivamente. O motivo, segundo Gizeli, foi uma condição do presidente da agremiação, Alessandro Souza: pagar, em cinco parcelas, R$ 30 mil pelo cargo. “Eu sempre ajudei as escolas por onde passei, mas não aceito ninguém colocando preços em cargos da escola”, disse Gizeli. Ainda segundo a socialite, Alessandro quis uma resposta até às 18 horas do último dia 23 e recebeu uma negativa da própria. “Não preciso disso e numa passei por isso em nenhuma escola de samba”, finalizou Gizeli avisando: tem todas as conversa gravadas.

O outro lado (1)
Procurado pela coluna, Alessandro esclareceu que, no final do mês de julho, repassou para Gizeli o valor que estava sendo oferecido por outras mulheres pelos cargos: R$ 30 mil. “Me reuni com ela, um diretor de bateria, um tesoureiro e falei que gostaria que ela desse um valor de contribuição. Nós temos uma planilha de trabalho. A Novo Império é como uma empresa”, explicou. Segundo o presidente, ela não apresentou uma proposta, mesmo após dois prazos para um retorno.

O outro lado (2)
Gizeli, então, ainda segundo Alessandro, passou a abrir diálogo com outros setores da bateria, excluindo a executiva da discussão. “Eu não cobrei R$ 30 mil dela. Apenas repassei o valor de mercado, do que estavam oferecendo, e pedi para que ela desse uma posição, de uma contribuição para ajudar a nossa escola”, contou. Como a madrinha não retornou aos pedidos e encerrou o diálogo direto com ele, Alessandro, aí então, apresentou a posição da diretoria: os R$ 30 mil em cinco vezes em forma de contribuição para o Carnaval 2016.

Por fim
Com os cargos à frente da Orquestra Capixaba de Percussão vagos, a diretoria da Novo Império irá se reunir nas próximas semanas. A coluna apurou que duas possibilidades serão estudadas: um concurso para escolher uma garota da comunidade ou a busca por uma pessoa de fora para agregar ao carnaval do Novo Império.

Everaldo Colodetti, direto do BANDES e sua esposa Vanessa Colodetti, após apresentação do espetáculo "Nada será como antes" do grupo Vira Lata, sobre a vida de Elis Regina no Teatro da UFES. Com produção da WB Produções, o projeto BANDES CULTURAL foi um grandes investidores da cultura capixaba por meio da Lei Rouanet de incentivo ao meio. A peça sobre a eterna pimentinha foi mais uma dessas ações. (Foto: Vitor Zorzal)
Everaldo Colodetti, direto do BANDES e sua esposa Vanessa Colodetti, após apresentação do espetáculo “Nada será como antes” do grupo Vira Lata, sobre a vida de Elis Regina no Teatro da UFES. Com produção da WB Produções, o projeto BANDES CULTURAL foi um grandes investidores da cultura capixaba por meio da Lei Rouanet de incentivo ao meio. A peça sobre a eterna pimentinha foi mais uma dessas ações. (Foto: Vitor Zorzal)

Rugido
A Mocidade Unida da Glória realiza seu primeiro ensaio rumo ao Carnaval 2016 no próximo domingo (30).

Etiqueta
Já que a temporada de eventos das escolas de samba começou, não custa nada frisar: não se beija o pavilhão de uma agremiação. Nem se você fosse o Joãozinho Trinta.

Garganta
Save the date: Ana Carolina vai cantar na Área de Eventos do Shopping Vila Velha no dia 26 de setembro. A apresentação terá um repertório recheado de seus maiores sucessos como “É isso aí”, “Coração selvagem” e “Quem de nós dois”.