Eri Johnson vem aí!

Eri Johnson se apresenta em Vitória (Crédito: Divulgação)
Eri Johnson se apresenta em Vitória (Crédito: Divulgação)

Na próxima sexta-feira (6) desembarca em Vitória o ator Eri Johnson. Ele chega um dia antes de suas apresentações na comédia ‘Eri pinta Johnson borda’, marcadas para sábado (7) e domingo (8), no Teatro da Ufes. A vinda será marcada por compromissos de trabalho – ele tem uma chamada para gravar na repetidora da Rede Globo no Estado – e depois pretende curtir com a família e amigos da namorada, a médica e modelo, Alice Souto.

A moça é do Pará mas morou em Vitória por muitos anos, na infância com toda família, deixando amigos na cidade. Pai, mãe, filho, papagaio e periquito chegam de mala e cuia para matar saudades.

E o ator revela: amante do bom futebol de areia, não quer ficar no hotel, e espera que a turma que bate ponto nas praias da capital capixaba estejam à postos.

O espetáculo é uma comédia divertidíssima escrita e interpretada pelo ator Eri Johnson, dirigida por Roberto Talma, onde ele relembra seus sucessos na TV e imita aquelas figuras que arrancam bastante gargalhadas, como Romário e Roberto Carlos. Só para lembrar: os ingressos já estão à venda!

Se ele não cumpre…
Como a coluna contou há poucos dias, o presidente de Lieses, Rogério Sarmento, não parecia estar muito preocupados com o descaso das escolas de samba em deixar os carros alegóricos nas proximidades do Sambão do Povo, mesmo tendo uma regra e prazo para a retirada. Chegou a ser abordado pela reportagem de ESHOJE, mas se saiu com “Você cumpre prazos? Amigo, estamos no Brasil!” (relembre). Dias depois, incêndio e dois carros destruídos.

… como vai cobrar?
A Liga das escolas de samba já está sendo multada pela prefeitura de Vitória e, por dia com os carros ali são R$ 3 mil. A informação é que as sucatas de carros alegóricos pela região do Sambão de Tancredão seriam da Novo Império – que foi rebaixada para o grupo especial B -, a quem será repassado os custos da multa.

Sete chaves
Não custa perguntar: se teria que prestar contas, informando que o Governo do Estado, por meio do Banestes e do Próprio Governo, apoiaram o desfile de 2015 com R$ 550 mil, por que o presidente Rogério Sarmento teve tanta dificuldade de informar antes do evento, como fez por tantos anos?

Agora, de vez por aqui, a eterna Balão Mágico, Simony, está recrutando os melhores profissionais para cuidar de seu corpo e saúde. Dentre eles, o nutrólogo Paulo Lessa (Crédito: Divulgação)
Agora, de vez por aqui, a eterna Balão Mágico, Simony, está recrutando os melhores profissionais para cuidar de seu corpo e saúde. Dentre eles, o nutrólogo Paulo Lessa (Crédito: Divulgação)

Despedida
Quem gosta da voz e sorriso de Juana Zanchetta não podem perder a bonita (que comandou o tom feminino do Bloco Bleque) com sua banda neste sábado (28), comandando a festa do bloquinho “Namoro, mas não caso”. Pode ser a despedida dela, que está indo para Sampa fazer curso de residência médica.

Dez anos de teatro
O diretor capixaba Leandro Bacellar retorna a Vitória em março para comemorar os dez anos do Grupo Teatro Empório com uma temporada do espetáculo Romantic. O artista esteve no Rio de Janeiro onde concluiu o curso de roteiro na escola Darcy Ribeiro e participou do Núcleo de dramaturgia do SESI (RJ) onde Romantic foi finalista. Três apresentações serão com entrada gratuita, entre 6 e 8 de março, no Espaço Multiuso Circuito Cultural São Pedro.

À filha que nunca tive
Chegou às prateleiras virtuais o livro “À filha que nunca tive”, da capixaba Gisele Servare. O livro é uma coletânea de crônicas e poesias que abordam temas como ciúme, morte, filhos, amor, medos e esperanças. Os textos, simples e leves, são como uma conversa com um bom amigo, um psicólogo ou com o nosso próprio eu, e tratam de situações do dia a dia que muitas vezes passam despercebidas. “Não deixa de ser um espelho da vida de uma mulher, mãe e profissional num mundo cada vez mais estressante e que não nos deixa tempo para refletir sobre como estamos vivendo”, relata a autora.

Gisele Servare é jornalista e professora de alemão, e hoje leciona para estrangeiros das mais diversas nacionalidades na cidade de Oldenburg, na Alemanha. “A filha que eu nunca tive” está disponível como e-book na Amazon e na Play Store do Google.

Noite de inauguração no SNS

Marcelo Forlin e Roberta Issa (Crédito: Rúbia Klippel)
Marcelo Forlin e Roberta Issa (Crédito: Rúbia Klippel)