É chegada a hora do Dead Fish abarrotar o llha Shows

Por Lucas Rezende

Eles são de Vitória, mas andam saracoteando o Brasil levado um rock hardcore por estados como São Paulo, Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul. Mas como diria o ditado: o bom filho à casa torna. O grupo Dead Fish, formado na década de 90 aqui na ilhota, abriu espaço na agenda e vai se apresentar no Ilha Shows, na Praia do Canto, no dia 25 de julho. Rodrigo, Marcos, Ricardo Mastria e Alyand estão na crista da onde após o lançamento do clipe “Vitória” e da entrada no line up do João Rock, um dos maiores festivais da cena do país.

Vingança dos céus

Alegando orçamento baixo, a Prefeitura de Vitória não vai liberar a realização da Festa de São Pedro na Praça do Papa, na Enseada do Suá. A coluna, se fosse o prefeito Luciano Rezende, não brincava com o santo não. Sabe como é, drenagem nunca foi o forte da ilhota…

É o amor
Dois atores globais voltaram a se relacionar. Ambos são casados e têm filhos. Um deles atuou em “Flor do Caribe”, enquanto o outro já interpretou um chefe de cozinha. A mulher de um deles, inclusive, sabe de tudo. Mas como ela também não gosta da fruta, é só sorrisos. Não que a gente tenha alguma coisa a ver com isso…

Ratatouille
Na noite de quarta-feira (11) uma ratazana saiu do balcão de um restaurante em Vila Velha, passou por todo o salão e foi parar do outro lado da rua. Nesse desespero, um dos garçons saiu na correria para o bicho. Ficou na calçada ateando pedras e mais pedras numa tentativa, frustrada, lógico, de matá-lo. Nisso, cliente que chegou e não tinha visto o acontecido comentou com o segurança: “seu colega de trabalho não está bem, né?”. O engravatado sorriu, fez sinal de positivo sem graça, e fingiu que nada havia acontecido.

Conscientes
O Shopping Vila Velha, além de ter estacionamento gratuito, chama atenção pela sustentabilidade. Suas escadas rolantes são no esquema de controle de velocidade. Quando não há ninguém nelas, um sensor ativa o redutor de rotações, que economiza a energia. Só quando ele registra um pé em algum dos degraus, que volta a funcionar normalmente. Atitude a ser copiada.

De Casagrande para Haroldo Rocha
O Palácio Anchieta mandou, os parlamentares obedeceram, e o projeto “Escola Viva”, carro-chefe da propaganda eleitoral do governador Paulo Hartung, foi aprovado na Assembleia Legislativa. Mas quem continua na bronca é o socialista Renato Casagrande. Para o ex-governador, a “proposta é inviável, pois não há espaço físico e nem vagas disponíveis na rede estadual para abraçar uma escola inteira de tempo integral na região, sem sobrecarregar outras unidades”.

Foi só o esquenta
Outro que não está nem um pouco feliz é o tucano Sérgio Majeski. Ele foi questionado por uma série de repórteres se acha que tenha sido derrotado com a aprovação do projeto que tanto criticou. Como sempre, bom de traquejo, não se abalou. “Foi uma derrota para a educação capixaba, mas o trabalho que fizemos provocando o debate, chamando a atenção da sociedade, realizando 9 audiências públicas, visitando mais de 40 escolas estaduais em 23 municípios foi muito positivo”.